Atacama – Como ver e o que conhecer

English below

[PT] O cartão de boas vindas que recebemos do deserto do Atacama enquanto baixávamos das altas pastagens da Puna argentina e chilena não poderia ter sido melhor.

Ainda no altiplano fronteiriço entre esses países, paramos para admirar os belos picos nevados e lagunas por um breve momento. O suficiente para sermos surpreendidos por uma curiosa raposa, que próxima a nós, olhou-nos por alguns momentos com um misto de curiosidade e receio, antes de confundir-se com a paisagem que parece de outro planeta.

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Horas depois, ao adentrarmos na região do deserto, o dia findou-se em um belo pôr-do-sol, que lançou sobre a areia e montanhas próximas um tom avermelhado que de fato não parece deste mundo.

Por do sol chegada Atacama.jpg

Assim é a beleza da região do Atacama – que se apresenta de forma dura e bruta – e que nos apresenta um irresistível convite para conhecê-la.

E sabendo disso, tivemos muito cuidado em selecionar quais lugares gostaríamos de visitar, uma vez que estávamos acompanhados dos nossos filhos, Mateus com cinco anos e Sofia com três. O desafio desta etapa da nossa viagem de volta ao mundo foi transformar passeios para lugares relativamente inóspitos em diversão.

Pukará de Quitor

Começamos a explorar a região pelos arredores de San Pedro, cidade que estávamos hospedados. Eu (Tiago) e Mateus nos animamos a visitar o Pukará de Quitor – uma fortaleza construída pelo povo atacamenho que serviu como base para resistir à ocupação dos colonizadores espanhóis.

Este Pukará (que significa fortaleza em Quechua) está localizado a 3 km do centro de San Pedro, e pode-se chegar caminhando, de bicicleta ou de carro. Resolvermos ir caminhando, e durante o percurso nós fomos conversando sobre o lugar que iríamos visitar, e sobre o povo que habitava a região naqueles tempos.

Nada mais propício para atiçar a curiosidade de uma criança: estar no lugar onde a história aconteceu. Mateus a todo o momento quis saber detalhes do povo que morava ali e da chegada dos espanhóis, quinhentos anos antes. E assim fomos conversando, o que tornou o passeio bem mais ilustrativo e divertido.

Pukara Quitor menor

O caminho pela fortaleza é fácil, e subimos as ruínas e o sítio arqueológico sem maiores dificuldades.

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Após caminhar pelas ruínas, chegou a vez de ir ao mirante, no alto de um morro. Este mirante permite uma bela vista de todo o vale e o oásis onde está San Pedro, e a subida leva em torno de 1 hora. No alto, mais uma homenagem ao povo atacamenho e um monumento em prol da reconciliação entre o passado e o futuro deste povo.

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Mateus aguentou bem a subida, mas em alguns poucos momentos precisou de uma ajudinha para continuar. Este caminho pode ser difícil para crianças, então por isso fomos cedo para evitar o forte sol, e levamos bastante água.

Após descer, decidimos pegar uma carona de volta a San Pedro para não percorrermos os três quilômetros restantes a pé. Como estávamos cansados, foi a melhor opção.

 

Lagunas Altiplânicas

Localizadas a aproximadamente 120km de San Pedro de Atacama, estas belas lagoas azuis se integram de forma harmoniosa em meio ao deserto altiplânico. Em conjunto aos vulcões e cerros que as cercam, são cenário para um maravilhoso cartão postal.

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O acesso às lagunas é fácil e elas podem ser visitadas em um passeio com duração de meio dia. A estrada entre San Pedro e a entrada da reserva onde estão localizadas está em ótimas condições. Após entrar na reserva, entretanto, é necessário pegar um caminho de terra e subir um pouco.

Como as lagoas estão situadas a mais de 4.000m acima do nível médio do mar, os automóveis sofrem um pouco para conseguir chegar lá. Mas com calma e tranquilidade é possível chegar sem problemas.

As crianças sofreram um pouco o efeito da altitude, pois logo ficaram cansadas. Muito embora o passeio seja praticamente todo acessível via automóvel, há opções de se caminhar à beira das lagoas. As caminhadas são curtas e planas, e o lindo visual faz o lugar ficar bem agradável.

Laguna Altiplanica 2

Salar Atacama e Laguna Chaxa

O passeio mais clássico da região. A entrada para visitação do salar está localizada a 55km de San Pedro, e o acesso com automóvel é bem fácil.

Este passeio foi ótimo para as crianças, pois conta com trilhas curtas e planas, nas quais podemos admirar toda grandeza da planície de sal, bem como os flamingos se alimentando e voando pelas lagoas que ali se formam, principalmente pela Laguna Chaxa. Foi um dos passeios que mais gostaram e se divertiram.

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Apesar de fácil, cabe sempre lembrar que estamos em um ambiente de deserto, e levar água, protetor solar e chapéu/boné é importante.

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San Pedro de Atacama

Charmosa e atraente, a pequena vila de San Pedro de Atacama vale uma visita. Ponto principal de encontro para aqueles que visitam a região, esta vila conta com diversas opções de restaurantes, hospedagens, e agencias de turismo, onde podemos organizar e agendar os passeios.

Muito embora não haja um atrativo específico, vale a pena passear pelas vielas da vila para explorar seus restaurantes e ver os viajantes de todas as partes do mundo que por ali transitam.

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Laguna Tebenquiche e Ojos del Salar

Nosso plano inicial era visitar a Laguna Cejar, com o intuito de dar um mergulho. Já havíamos ido a esta lagoa em outra oportunidade, e achamos que as crianças gostariam do passeio.

Chegando lá, entretanto, o preço elevado da entrada nos fez mudar de ideia, e seguimos caminho por uma estrada de terra em direção às lagoas Ojos del Salar. São duas lagoas gêmeas que se situam em meio ao Salar de Atacama, e a entrada para visita-las é livre. São lagoas de água quase doce, e aproveitamos o calor para dar um mergulho nelas, o que nos foi informado que era permitido.

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Dali seguimos para a Laguna Tebenquiche (50km de San Pedro), uma lagoa cujo principal atrativo é estar em meio ao salar, e ter flamingos por perto. Mas no dia que fomos tinham poucos e apenas passeamos por uma trilha leve que margeia a lagoa.

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Dali seguimos para a Laguna Tebenquiche (50km de San Pedro), uma lagoa cujo principal atrativo é estar em meio ao salar, e ter flamingos por perto. Mas no dia que fomos tinham poucos e apenas passeamos por uma trilha leve que margeia a lagoa.

Geisers del Tatio

Não fomos ao Geisers del Tatio nesta viagem, até porque já havíamos estado lá em uma oportunidade anterior. Mas este não foi o principal motivo por não termos ido.

Muito embora seja um passeio impressionante, as duras condições que ele apresenta nos fizeram desistir, principalmente por causa das crianças.

Os gêiseres situam-se a quase 2 horas de automóvel desde San Pedro, e o ideal é chegar lá antes do amanhecer. Isto porque é este o horário no qual os maiores geisers jorram água ao céu.

O fim da noite apresenta a temperatura mais fria, e à medida que o dia amanhece, o gelo que se formou à noite e tapou os geisers começa a derreter por conta do calor do dia que se aproxima. Com isso, a fina camada de gelo cede à pressão da água quente, que voa ao céu formando várias colunas de vapores que tomam o ambiente. Tudo isso acontece a uma temperatura ambiente de aprox.. -15º C, o que de fato não é confortável.

Assim, preferimos poupar as crianças do desconforto do frio, dado que provavelmente não iriam aproveitar o passeio nestas condições. Mas recomendamos a quem puder ir!

Tour astronômico

Outro passeio que não fomos desta vez, mas já havíamos ido anteriormente é o tour astronômico. Decidimos não ir porque o tour acontece à noite, e nesse horário as crianças já estão dormindo. Ademais, não conseguiriam acompanhar as explicações em espanhol ou inglês sobre o céu uma vez que estariam bem cansadas caso insistíssemos.

A região do deserto do Atacama é conhecida pelo baixo índice se chuvas, que somado à sua altitude (aprox.. 2400m acima do nível do mar) e pouca atividade humana por perto, resultam em um dos céus mais limpos do planeta.

Este tour é realmente espetacular. Entramos em uma van, e seguimos a um lugar afastado da vila de San Pedro, onde não há luz vindo de lugar algum. Assim, ao olharmos para o céu, o vemos completamente forrado de estrelas, e pouquíssimos são os lugares onde não as encontramos.

Quando fomos nosso guia era um astrônomo profissional francês que trabalhava em um telescópio da região, e era completamente apaixonado pelo que fazia. Ele nos deu uma palestra inicial sobre astronomia, e nos levou a percorrer o céu indicando os planetas, as constelações, e inclusive quais as formas no céu que os Incas e povos locais reconheciam e observavam. Ademais, pudemos também olhar por telescópios os corpos celestes, o que é emocionante. E para fechar com chave de ouro, tomamos um chocolate quente acompanhado e uma palestra de encerramento. Certamente este é um dos melhores passeios a se fazer pela região.

 

Outros passeios

Existem diversos outros passeios para aproveitar o Atacama. Dos que conhecemos, recomendamos a visita ao Salar de Uyuni, na Bolívia. Não fomos durante esta viagem, mas fizemos este passeio da outra vez que visitamos o Atacama. Muito embora seja um passeio difícil, por conta da altitude e das dificuldades do local, é o mais lindo passeio que fizemos.

Há também os trekkings na região, principalmente as escaladas em vulcões, das quais a subida ao vulcão Láscar é a mais conhecida. Entretanto, não podemos comentar sobre o passeio pois não o fizemos.

Há também lugares espetaculares para se admirar o pôr do sol, sendo o mais famoso deles o Valle de la Luna, bem próximo a San Pedro. Já havíamos ido na viagem anterior a este Valle e sabíamos da grande quantidade de turistas que se reúnem para ver este momento. Desta vez, quando fomos lá, de fato nos assustamos com a quantidade de pessoas e resolvemos mudar o itinerário.

Seguimos para o Valle de Marte, só que ao invés de entrarmos na entrada principal, seguimos mais um pouco pela estrada e tomamos um caminho de terra logo adiante, seguindo uma dica de uma pessoa local. Após nos perdermos um pouco em meio ao caminho de terra e algumas pedras, conseguimos chegar a um belo mirante, no qual pudemos observar um belo por do sol – se sem nenhum outro turista por perto!

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E com esses passeios nos despedimos da região do deserto do Atacama, agora em direção ao extremo norte do Chile para continuar nossa viagem pelas Américas. As crianças gostaram bastante do passeio e se divertiram, e tivemos sempre o cuidado de dosar períodos de passeio com períodos também para que pudessem brincar e descansar, para assim poderem aproveitar a viagem.

 

[EN] The welcome card we received from the Atacama desert as we descended from the high pastures of the Argentine and Chilean Puna could not have been better.

Still on the plateau on the border of those countries, we stopped to admire the beautiful snowy peaks and lagoons for a brief moment. Enough time to be surprised by a curious fox that  looked at us for a few moments with a mixture of curiosity and fear, before vanishing into the landscape that looks like another planet.

Hours later, as we entered the desert region, the day ended in a beautiful sunset, which threw throughout the sand and nearby mountains a reddish hue that does not really look like this world.

Such is the beauty of the Atacama region – which presents itself in a hard and crude way – and which presents us with an irresistible invitation to explore it.

And knowing this, we were very careful to select which places we would like to visit, since we were accompanied by our children, Mateus at age five and Sofia with three. The challenge of this part of our round-the-world trip has been to transform tours to relatively inhospitable places into fun.

 

Pukará de Quitor

We started exploring the area around San Pedro, the city we were staying in. I (Tiago) and Mateus were excited to visit the Pukará de Quitor – a fortress built by the Atacama people that served as a base to resist the occupation of the Spanish settlers.

This Pukará (meaning fortress in Quechua) is located 3 km from the center of San Pedro, and it can be accessed by walking, cycling or by car. We decided to go hiking, and during the course we talked about the place we were going to visit, and about the people that inhabited the region in those times.

Nothing more favorable to stirring a child’s curiosity: being in the place where history happened. At all times, Mateus wanted to know details of the people who lived there and the arrival of the Spaniards, five hundred years earlier. And so we talked, which made the tour much more enlightening and fun.

The trial through the fortress is easy, and we climbed the ruins and the archaeological site without major difficulties.

After walking through the ruins, it was time to go to the viewing spot, atop a hill. This place allows a beautiful view of the whole valley and the oasis where San Pedro is located, and the ascent takes about 1 hour. At the top, there is a homage to the Atacama people and a monument for the reconciliation between the past and the future of this people.

Mateus held up the climb well, but in a few moments he needed a little help to continue. This path can be difficult for children, so we went early to avoid the mid day sun, and we took plenty of water.

After descending, we decided to take a ride back to San Pedro so we would not walk the remaining three kilometers. As we were tired it was the best option.

 

Altiplanic Lagoons

Located approximately 120km from San Pedro de Atacama, these beautiful blue lagoons are harmoniously integrated in the middle of the highland desert. Together with the volcanoes and surrounding peaks, they compose a scenario for a wonderful postcard.

The access to the lagoons is easy and they can be visited on a half-day tour. The road between San Pedro and the entrance to the reserve where they are located is in great condition. After entering the reserve, however, it is necessary to take a dirt road.

As the lagoons are located more than 4,000m above mean sea level, the vehicles do not present the same power as in sea. But with calm and easy driving it is possible to arrive without problems.

The children suffered a bit of altitude effect, for they soon became tired. Although the tour is practically all accessible by car, there are options for walking by the lagoons. The walks are short and flat, and the beautiful landscape makes the tour very nice.

 

Salar Atacama and Laguna Chaxa

The most known tour of the region. The entrance to the salt plain of Atacama is located 55km from San Pedro, and the access by car is very easy.

This tour was great for the children, as it has short and flat trails, in which all of us could admire all the greatness of the salt plain, as well as the flamingos feeding and flying through the lagoons that are formed nearby, mainly the Chaxa Lagoon. It was one of the tours that the kids most liked and had fun.

Although easy, it is always worth remembering that it is a desert environment, and carrying water, sunscreen and hat / cap is important.

 

San Pedro de Atacama

Charming and attractive, the small village of San Pedro de Atacama is worth a visit. Main meeting point for those who visit the region, this village has several options of restaurants, lodges, and tourism agencies, where it is possible to organize and schedule the tours.

Although there is no specific attraction, it is worth strolling through the alleys of the village to explore its restaurants and see travelers from all parts of the world passing by.

 

Laguna Tebenquiche and Ojos del Salar

Our initial plan was to visit Laguna Cejar, with the intention of swimming. We had already gone to this lagoon on another occasion, and we thought the kids would enjoy it.

Arriving there, however, the high price of the entrance made us change our mind, and we followed a dirt road towards the Ojos del Salar lagoons. Those are two twin lagoons that are located in the middle of the Salar de Atacama, and the entrance to visit them is free. They are ponds of sweet water, and since it was very hot that day, we went swimming, which we were told was allowed at that place.

From there we continue to Laguna Tebenquiche (50km from San Pedro), a lagoon whose main attraction is to be in the middle of the salt plain, and to have flamingos nearby. But on the day we went they were few and we just walked along a nice path that borders the lagoon.

 

Tatio Geysers

We did not go to Geisers del Tatio on this trip because we had already been there at an earlier opportunity. But this was not the main reason we did not go.

Although it is an impressive tour, the harsh conditions it presents have made us give up, mainly because of the children.

The geysers are almost at a 2 hours drive from San Pedro, and the ideal is to get there before dawn. This is because this is the time when the greatest geysers spout water into the sky.

The end of the night brings the colder temperature, and as the day dawns, the ice that formed at night and covered the geysers begins to melt because of the heat of the approaching day. With this, the thin layer of ice yields to the pressure of the hot water, which flies to the sky forming several columns of vapors that take the surroundings. All this happens at a temperature of approx. -15º C, which in fact is uncomfortable.

So we preferred to spare the children from the discomfort of the cold, since they would probably not enjoy the tour in these conditions. But we recommend it!

 

Astronomical Tour

Another tour we did not go this time, but we had already gone on a previous trip is the astronomical tour. We decided not to go because the tour happens at night, and at that time the kids are already asleep. In addition, they would not be able to follow the explanations in Spanish or English about the sky since they would be very tired if we insisted.

The Atacama Desert region is known for its low rainfall index, which added to its altitude (about 2400m above sea level) and little human activity nearby, result in one of the cleanest skies on the planet.

This tour is truly spectacular. We got into a van, and we went to a place far from the village of San Pedro, where there is no light coming from anywhere. So when we look at the sky, we see it completely lined with stars, and very few are the places where we do not find them.

When we took the tour, our guide was a French professional astronomer who worked on a telescope in the area, and was completely in love with his job. He gave us an initial lecture on astronomy, and led us to gaze across the sky indicating the planets, the constellations, and even the shapes in the sky that the Incas and local people recognized and observed in the past. In addition, we could also look through telescopes at the celestial bodies, which is exciting. And to end, we had a hot chocolate accompanied and a closing lecture. Certainly this is one of the best tours to do in the area.

Other tours

There are several other tours to enjoy the Atacama. Of those we know, we recommend visiting the Salar de Uyuni in Bolivia. We did not go during this trip, but we did this tour the other time we visited the Atacama. Although it is a difficult tour due to the altitude and the difficulties of the place, it is the most beautiful one we have done.

There are also trekking options in the region, mainly climbing volcanoes, of which the volcano Láscar is the best known. However, we can not comment on the tour because we did not do it.

There are also spectacular places to admire the sunset, the most famous is the Valle de la Luna, very close to San Pedro. We had already gone on the previous trip to this valley and we knew about the great amount of tourists that goes there to see this moment. This time, we went there again but we got scared by the huge amount of tourists and we decided to change the itinerary.

We went to the Valle de Marte, but instead of entering the main entrance, we followed the main road a bit longer and than took a dirt road just ahead, following a tip from a local person. After getting lost a few times through the dirt road, we were able to reach a beautiful belvedere, where we could observe a beautiful sunset – without any other tourists nearby!

And with these tours we bid farewell to the Atacama desert region, and now we move towards the extreme north of Chile to continue our journey through the Americas. The kids really enjoyed the place and had fun, and we allow the children to take their time for both playing and visiting places, so they could enjoy the trip.

 

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